Satanique Samba Trio pelo velho continente

Foto: Thais Mallon

Foto: Thais Mallon

O quinteto iconoclasta candango Satanique Samba Trio começou mais uma turnê europeia na sexta passada, quando lançou seu nono disco, Mais Bad, com show em Bruxelas, na Bélgica, passando por cidades da Dinamarca, Suécia, Alemanha e Holanda (tem todas as datas lá no site deles). Mais Bad é a continuação de Mó Bad, que o grupo lançou em 2015 (e que, como o novo disco, também se transformou em um vinil de dez polegadas, lançado pelo selo belga Rebel Up). “Tentei usar o mesmo celular que tinha usado no primeiro – e mais tarde no Instant Karma – aquele álbum líquido do começo do ano (que o grupo lançou em stories do Instagram durante um mês) -, mas estava simplesmente impraticável. Nem ligar ligava mais”, lembra Munha da 7, cabeça do grupo. “Aí acabei gravando em um zenfone velho que tinha encostado na loja de um amigo lá da Ceí. Estava todo lascado também, mas a textura natural do microfone estava linda, desbotadíssima, crocante. Mas foi só terminar de gravar que o perdi. Não faço ideia de onde foi parar.” Como o grupo diz, são cinco variações descompensadas do baião em um lado do vinil e cinco variações descompensadas do samba no outro. “O difícil é saber qual é qual”, ri.

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