Quem quer ganhar o vinil do Barulho Feio do Rômulo Fróes?

RomuloFroes_

Rômulo Fróes está lançando seu disco de 2014 Barulho Feio em vinil em três shows gratuitos, quinta, sexta e sábado, no Teatro de Arena, em São Paulo, e descolou três unidades para serem sorteadas aqui no Trabalho Sujo. Basta responder nos comentários deste post qual é sua música favorita do disco e por quê, além de que dia você prefere ir no show (além de deixar seu email para que eu possa entrar em contato). Até o final da tarde de quinta eu anuncio os vencedores, que poderão retirar seu disco direto no show. Maiores informações na página do evento no Facebook. Valendo!

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21 Resultados

  1. Música: Ó
    Dia: Quinta-feira.
    Porque: “Que do ó ressoa um canto
    detrás da nuca
    Que da dó ressente um corpo
    atrás do nunca
    Que meu ódio sente um pouco
    e daí me encontro:

    E quando cantas o ó
    que belo ódio.”

  2. Gabriel disse:

    Minha favorita é ‘Pra Ouvir Sua Voz’ porque me lembra uma porção de momentos em que estive com meu amor, é uma declaração pra nós, feita por outra pessoa, diz tudo que eu sempre quis dizer de uma forma única, é a tradução de uma história, em formato de música. Vou no show no dia 19.

  3. Luísa disse:

    Minha música favorita é a que leva o nome do disco ”Barulho Feio”, pra mim é a essência de toda essa ideia, do caos da cidade, e dos sentimentos mais pessoais, esse contraste é algo que vivemos todos os dias, e esse turbilhão de coisas ecoa nas ruas de São Paulo, e as vezes eu me pergunto, onde eu fico nisso tudo? O Rômulo conseguiu traduzir tudo isso nesse disco, que pra mim, é essencial.

  4. Thiago Alves disse:

    A minha canção preferida do disco é ‘Como um Raio’.
    Acho que por concentrar no violão a densa carga emocional da letra. E em seu desfecho, Rômulo dispara 4 rajadas do acorde mais tenso que já gravado. Foda demais.
    Ps.: Então vem ‘Poeira’, a faixa seguinte, com uma melodia belíssima à capela que aos poucos desvanece toda a tensão criada. Daí chapa, falta palavras pra descrever…
    Vou na sexta.
    babelikos@gmail.com

  5. Marina Ascenção disse:

    Vou no show do Sábado. Coincidentemente, terminei meu namoro na mesma época em que este álbum foi lançado. Era um relacionamento abusivo, no qual eu estava presa e não conseguia sair. Quando terminamos, eu fiquei muito pra baixo. Até que comecei a perceber o quão melhor eu estava sem ela, e uma música que representa essa minha fase é com certeza Peixinho Triste. É minha música preferida do álbum, porque me traz a realização de que eu sou inteira novamente, de que “o meu coração é todo meu de novo”.

  6. Nilton Freitas disse:

    Minha música preferida de Barulho Feio é Pra Comer. O motivo é que tudo se encaixa perfeitamente nessa música, o ritmo em que é executada me faz viajar pensando no abutre que voa de olho na carniça, naquele voo que parece meio lento e sem sentido, mas que é quase sempre certeiro na busca pela comida.

    Pretendo ir no show na sexta-feira, dia 18

  7. Natiê Amaral disse:

    ‘Para ouvir Sua Voz’, pela letra, principalmente os versos “Um som no ar/Na altura do cochicho/No silêncio do teu cão/Sem te ouvir”. Vou no show de quinta.

  8. Pedro Progresso disse:

    música favorita: “Ou nada”
    pq: piano do Mehmari – guitarra do Lanny – letra de Clima e Rômulo em 1971 [com Melô, Waly, Macao e Duda por perto]

  9. Tika disse:

    Música preferida “Pra Comer”, porque acho a letra maravilhosa e a harmonia lembra um blues triste. Quero ir no show dia 17 quinta.

  10. Carolina Marchiori disse:

    O disco todo é lindooooo demais!
    Música: “Poeira” pq é impossível não parar e entrar nessa interpretação de Rômulo dessa música.
    Vou no sábado – 19/12 Emoticon smile
    Email: carolina.marchiori@gmail.com

  11. Vinicius Xavier Hoste disse:

    Adoro o disco como um todo, acho uma obra completa que funciona muito bem em sua totalidade. Mas como tem que escolher uma música, hoje a que eu mais gosto é “Poeira”. A voz do Rômulo a capela é cortante e os versos são bonitos demais! Fico sempre pensando no verso “um rio sem um rio ninguém” e vejo nele a imagem do Rio Doce… Bem, pretendo ir ao show no sábado e, se tudo der certo, ainda ganho esse vinilzão tão esperado! Abração! Meu e-mail é vini17hoste@gmail.com

  12. Claudia Pizzol disse:

    Olá!!! Gosto muito da música”Pra Comer”, pois vejo nela essa imagem do urubu, um animal normalmente tão desprezado, mas que na letra da canção é visto de outra forma, ele sabe “o que há de bom pra se comer”, acho isso muito forte. Pretendo ir ao show na sexta. Meu e-mail é claudia.pizzol@gmail.com

  13. Jorge Hoste disse:

    Gosto muito da música “Espera”, ela quebra o ritmo do disco, é a música mais agitada, e ainda conta com a voz da Juçara Marçal. Acho foda!!! Meu email é hostjunior92@hotmail.com e acho que vou ao show na sexta! É nois, até!!!!

  14. Wanderson Andrade disse:

    Bom dia!!!! Música: “Ó”. Foi a primeira música do disco que ouvi e sempre associo ela ao livro do Nuno Ramos que também é maravilhoso! Vou ao show no sábado, meu e-mail é wandinho@wandinho.com.br

  15. Jorge Antônio Carvalho disse:

    Música – “Não Há Mas Derruba” – Fico fissurado no sax inicial, depois entra a voz potente do Fróes derrubando tudo, sem falar no baixo. Psicodelia pura!!!!
    Dia do show: 19/12 Sexta
    E-mail – jorge.carvalho@sitepratico.com

  16. Maria da Paixão disse:

    Bom dia! Amo demais a “Como um Raio”, me lembra muito a figura do João Gilberto, esse homem que deixou no violão que tinha de bom, rsrsrs. Que viagem, em…. Vou ao show hoje (17/12) ou sábado (19/12). E-mail: liadapaixao@gmail.com

  17. Marcelo Figueiredo de Meneses disse:

    A música Barulho Feio com certeza capta uma parte da essência de viver em SP. Para o caminhante pela cidade pode trazer uma tranquilidade mas sempre com a eminência de ruídos, barulhos e tensão. Quase um samba bossa nova paulistano.
    Show na sexta
    Email: mfmeneses@gmail.com

  18. Renan Alberto Hirano disse:

    Dia: Sexta Feira
    email: radestroyer@hotmail.com
    Musga: “Noite Morta´´
    A impossibilidade de redenção presa ao relacionamento, o isolamento como chave de sua suficiência como manifestação aos pés de uma cidade caótica.
    – a fala do povo e a dissonância paulistana macabra encarnadas no sax do França e a guitarra do Held impossibilitando a comunicação entre nós mesmos, peremptoriamente profetizando uma verdade vaga que deixamos fugir.