31.dez.2017Feliz 2018! E não se esqueça: só melhora!

Quem quer ganhar ingressos para o show do Stephen Malkmus na terça-feira?

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E pra ganhar um par de ingressos pro show de terça, também no Beco 203 de São Paulo, com o detalhe de ser open bar, basta dizer qual é a melhor música da carreira solo do líder do Pavement – e porquê. O resultado também sai no dia do show.

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31 Resultados

  1. Karina Ribeiro disse:

    Church on White porque ouvi essa música por quase 1 ano inteiro todos os dias e cada palavra não perdeu o sentido até hoje, uma letra bem pessoal que querendo ou não buscamos esse complemento e satisfação no ato de ouvir música.

  2. Ailton de Oliveira disse:

    Sei que já falaram dessa música mas tem que ser Church On White… Porque tem um riff the guitarra e uma melodia que são matadores de tão bonitos. Porque tem uma melancolia que a gente não consegue explicar de onde vem, e porque pra mim, ela é de um tempo em que a gente acreditava que nada é impossível, e hoje, mais de 10 anos depois… ela ainda me faz sentir de certa forma :).

  3. TATU disse:

    Jo Jo`s Jacket, Porque eu acho que a melodia dessa música é praticamente o Stephen, ela tem todas as caracteristicas Pavementianas, mas dá pra perceber com essa música o que ele dava pra banda, mudou minha percepção de todas as musicas do Pavament. Sem contar aquele solo de batera, pa, tum, tum, tó que é totalmente minimalista e perfeito.
    Acho que é isso.

  4. Lielson Zeni disse:

    Cara, pra mim é The Hook, do primeiro solo do Malkmus. apesar de ser uma música bastante pavementeira (ou talvez por causa disso), foi uma das que eu mais ouvia do disco quando o comprei. aquela levadinha de guitarra satisfaz nos ouvidos e eu poderia ouvir ela por uns 20 minutos no looping.

  5. Hiro Ishikawa disse:

    Forever 28, pela descoberta da fonte da juventude nos versos: The wait now is over, You’re stuck in the mud. Tenho 28, já estou preso na lama, agora é só aproveitar a eternidade! 😀

  6. Ciro Martins disse:

    “The Hook”.
    Melodia repetitiva e solo de guitarra simples e direto. Letra que narra a saga de um pirata imaginário. Uma bela historinha cool. Canção divertida, lúdica e intensa, totalmente à la Malkmus! E finalmente: como não gostar de uma música que tem um cowbell do inicio ao fim?

  7. Yan disse:

    Do not feed the oyster, que definiu a linha de som para os álbuns que vieram a seguir.

  8. Fabio Rocha disse:

    Real Emotional Trash surgiu no fim da minha adolescência quando eu começava a me cansar do indie pós 2000, até então a única coisa que eu ouvia além de Beatles. A faixa do Stephen Malkmus apareceu numa das incontáveis listas de melhores em alguma coisa que ninguém concorda mas adora discutir e pouco mais de dez minutos foram suficientes para abrir um caminho sem volta. Até então nunca tinha ouvido falar em Pavement e muito menos em Stephen Malkmus, portanto, não havia expectativa alguma, a música me conquistou em virtude própria, como se minha mente estivesse limpa para receber a força de cada frase, troca de ritmo e distorção. Desde então a música sempre voltava na minha cabeça sem motivo aparente, “please me please me please me police me” permeava meu cérebro como se fosse lavagem cerebral e sumia de forma tão repentina quanto tinha aparecido. São momentos de epifania que te fazem seguir em frente, de não ter medo de arriscar e experimentar, algo que só a obra consegue atingir o indivíduo a repensar o modo de ser, dez minutos foram suficientes.

  9. Marcos C. disse:

    Houve uma época em que tinha de fazer bate-e-volta de onibus inter-municipal todos os dias por causa dos estudos.
    Na volta, quando tudo ja estava escuro, colocava a musica “No More Shoes” pra tocar no mp3 e ficava pirando por oito longos minutos, observando as luzes dos carros que vinham no sentido contrario e digerindo cada acorde de guitarra e cada virada na melodia que acontecia. Eram oito longos minutos mais bem gastos do meu dia.

  10. Rafael Siqueira disse:

    Manjada, mas vamos lá – Dark Wave.
    O motivo nem é tão poético assim, mas uma vez dormi com a TV ligada e na alta madrugada rola este clipe na Emêtevê que me fez acordar. Foi a primeira vez que eu vi/ouvi este clipe/música.

    Acordei, assisti meio grogue, achei divertidíssimo, logo em seguida voltei a dormir e tive uns sonhos meio cômicos com piratas e afins, num contexto meio Bob Esponja onírico.

    Ah, e também me lembra uma ex-namorada que não sabia inglês direito mas sempre arriscava cantar umas músicas. Daí nesta em especial ela balbuciava algo mais ou menos assim na hora do refrão – ”Uátil, UÁTILLLLLLLL”.

  11. Matheus Mlot disse:

    Tigers por ser tão pegajosa e viciante que eu nem sei explicar direito o que acontece. (além do clipe ótimo, é claro! hahaha)

  12. mari disse:

    Jo Jo’s Jacket esta na minha playlist festa desde 2006, única remanescente. tradição de aniversário.

  13. Vic. disse:

    The Senator! Além do ótimo clipe, como o próprio Stephen diz, ironicamente, a respeito da letra do som; ‘What the senator wants is a blow job’: ‘Talvez o mundo fosse melhor se todos recebessem mais sexo oral’. Gênio!

  14. Tamiris disse:

    Share the red: sincero, sexy, inteligente e sentimental. Música para declarações de amor hipsters, feitas no sofá.

  15. Weber Castro disse:

    São várias, mas vou agora de “It Kills ” pelo climão 60’s, psicodélica, evolvente e estou falando só da parte musical! Baita som 🙂

    • Livre e espontânea ” Phantasies”, me faz explodir de alegria, não importa se o dia esta nublado, se estou de mau-humor, se minha garota foi embora, se meu chefe me enche, se caiu um meteoro na Terra, ela sempre me salva! Pular em cima do sofá numa terça qualquer, não penso nela como técnica de guitarra ou quesito musical, ou letra, e sim a vibe que ela causa! Cortando as ruas com Phantasies nos fones, sempre divertido!

  16. In the mouth a desert: por sintetizar toda a fórmula do som da banda, que é: acidez (vide o som peculiar da guitarra de Malkmus) + melancolia (na dose certa) e despretensão no jeito de fazer suas canções.

  17. Cauê Marques disse:

    “Senator”. Não precisa ir longe: basta ver o clipe

  18. Peço desculpas pelo equívoco. In the mouth a desert é do Pavement, e não vale, né?

  19. Gabriel disse:

    O Pavement foi o Alan Shearer do indie, disse um amigo. Errado: o Pavement foi o Newcastle vice-campeão da Premier League pros Baby Fergusons e o Stephen Malkmus, esse sim, foi o Alan Shearer. O golaço do Malkmus então seria Cold Son, que começa com uma guitarrinha matreira e depois atinge aquele pianinho safado, as teclas só pontuando de leve, pra entrada do refrão mais John Lennon Plastic Ono Band que se tem notícia desde que a terapia primal deixou de ser usada por compositores pop: A cold son / I am / A cold son. Eu gosto de canções que alteram a letra no refrão final, mas o que Malkmus faz aqui é mais sutil, ele altera o início do refrão (atestando que não é só um exímio finalizador, mas também um centroavante com requinte técnico), até nos dar uma imagem incrível (Who is that said the world is my oyster / I feel like a nempho trapped in a cloister), prova de que um baita compositor não perdoa nem a si mesmo. Cruel, muito cruel.

  20. Tigers! Porque ele nos devolveu aquela sensação dos 90, também traz um climinha meio Jonathan and David do Belle, meio Tennage…
    Lojas de disco, k7s, cine-clube, cafés e lounges, noites de lançamentos, a banda do amigo vai tocar, as estampas nas camisetas, às vezes perdida, se encontrando nos bares, algumas paixões e desilusões com microfonias, no dia seguinte, óculos escuros, parece que a noite valeu a pena, andando no parque. Tigers, me leva pra passear em minha alta fidelidade com as músicas que me trouxeram até aqui!
    E chegando aqui tenho a sorte de ouvir “Tigers”!!!!!

  21. Dark Wave é sem dúvida alguma maior do que muitos hipsters gostariam que realmente fosse, talvez maior demais para a carreira (off-mainstream) de Malkmus. E serve bem mesmo assada ou frita.

  22. Liliane Rodrigues disse:

    A melhor música é The Hook, que foi aquela que tapou o grande buraco que o Pavement deixou quando anunciou seu hiato.

  23. “Troubbble”.
    Porque é um probbblema não gostar do Malks.

  24. Os Beach Boys imploraram para Caroline, já a Barbara foi convidada para dançar pelos mesmos garotos praianos e pelo The Who; Mick Jagger suplicou perdão a Angie, enquanto Eleanor não foi esquecida pelos Fab Four. Aqui no Brasil, a Bete é cantada, louvada e admirada, chamada até de Bebete, tal como Teresas, Madalenas, Amélias, Carolinas, Camilas, Ana Júlias, Marianas, Marinaras, Regininhas, inclusive a Poltergeist, entre tantas mulheres. E é por motivos completamente pessoais que a minha música preferida do capitão da barca dos Jicks é “Vanessa From Queens”, por ele não ter abandonado essas garotas, cujo nome significa borboleta. Mesmo sabendo que essa minha xará é meio “estranha” e não dá uma chance pro meu irônico herói das guitarras, só a menção de lembrar que existimos já me deixa muito feliz. De tantas ótimas canções do Stephen, pode não ser a preferida para muitos que o admiram, mas ela me faz “voar” sorridente quando começa a tocar. E na cartolina estará escrito o pedido que pretendo fazer hoje à noite no Beco: “Dear Stephen, Vanessa From Belenzinho wants to hear Vanessa From Queens”.

  25. ítalo monteiro disse:

    Dynamic Calories, porque as melhores coisas estão por vir.

  26. Ana Paula Marques disse:

    Dynamic Calories. Impossível dar play sem balançar a cabeça no ritmo.

  27. Gabriel disse:

    Que horas sai o resultado??

  28. Luciano Terriaca disse:

    Aquela música “estradeira”, cara de viagem sem destino em busca de uma surpresa agradável, sol compondo o cenário, a estrada reta com variações de paisagem para aguçar os sentidos. “Animal Midnight” cria essas imagens na minha cabeça, mesmo que a letra grite um cenário mordaz e feroz. Só que o solo de guitarra sempre me remete àquela estrada do começo e, toda vez que o ouço, me faz acreditar no melhor que existe, mesmo sabendo do tal poço profundo, da meia-noite existencial, das caçadas e injustiças. E assim me sinto bem, esperançoso, com todas as sinuosidades, noite e dia, sim e não.