O direito do artista ao silêncio, agora com Jeff Tweedy

E quando é o líder do Wilco quem dá o esporro contra quem conversa durante o show, tudo bem?

Por mim, tudo bem. Dica do Felipe.

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Sem Resultados

  1. Paul disse:

    Achei esse esporro aqui que ele deu muito mais relevante num tempo como esse em que vivemos:

    http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=2ScUwlhmuo8

  2. Luiz Gustavo disse:

    No último show do Moska em Curitiba a conversa chegava a encobrir as músicas (especialmente as que era apenas voz e violão). Ele chegou, em alguns momentos, a dizer “gente, escuta só essa que é bonita”. (fora que o filho mais novo dele estava para nascer esse dia. Logo, ele tinha coisa melhor para fazer, mas tava lá, tentando fazer o melhor show possível).

    Sei que parece piti de artista e tals, mas achei triste ele naquele espírito de “vamos ouvir músicas e curtir o momento juntos” e as pessoas interessadas em dizer uns aos outros o mais alto possível “nossa, eu tô muito bêbado”.

    Fiquei pensando que o mundo é cheio de barzinhos com música ambiente genérica. Eles poderiam me deixar curtir o meu show de boa.

  3. lucas disse:

    um papo semelhante esta rolando la no urbe.
    claro que esse comportamento das pessoas tem duas origens.
    a primeira é que os shows deixarem de ser feitos em teatros e foram para casas noturnas onde se vende cerveja.
    a segunda é que show virou sinonimo de uma coisa audio visual. meu filho de 9 anos outro dia me disse que havia ouvido uma musica que nao tinha imagem. cada vez mais vivemos a cultura do olhar, talvez por isso a musica tenha virado uma muzak constante, pano de fundo para qualquer coisa.
    tem shows que fazem sentido beber e falar alto, outros nao…so para complicar o papo, os shows de jazz(bebop), que hoje rolam em teatros para publico wiskinho, comecou em inferninhos onde se bebia e falavam alto. cabe tambem aos artistas decidirem onde e o que vao tocar. e colocarem suas condicoes.
    enfim… papo longo…..