My Magical Glowing Lens em contato com o Cosmos

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Gabriela Deputski entrou em contato com o universo e quis trazer o som que ouviu em um sonho para o primeiro disco de sua banda, o My Magical Glowing Lens. A transformação sonora fez a banda – que agora é um quarteto formado por Gil Mello no baixo, Henrique Paoli na bateria e Pedro Moscardi nos sintetizadores, além de Gabi nas guitarras, vocais e composições – aprofundar-se ainda mais na lisergia sonora do final dos anos 60 e começo dos anos 70, mas sem abandonar completamente o noise shoegazer que pairava sobre seus pedais e com o acréscimo de timbres sintéticos. Há uma nítida mudança de velocidade e de foco – o novo trabalho é mais esparso e menos barulhento, mais contemplativo e suave – e também marca a mudança de idioma – Gabi está cantando cada vez mais em português, como podemos ver em “Tente Entender”, que ela mostrou para a projeto Bands on Frame, da fotógrafa Hannah Carvalho.

O novo disco chama-se Cosmos e a banda antecipou a capa em primeira ao Trabalho Sujo, feita pelo artista Demytrius Meneghetti de Pieri, além do nome das músicas do novo disco:

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“Da Selva pro Mar”
“Sideral”
“Space Woods”
“Azul Cósmico”
“Tente Entender”
“Não Há Um Você No Seu Interior”
“Raio de Sol”
“Portal”
“Noite Estrelada”
“Madruga”
“Supernova”

Conversei com a Gabriela sobre a nova fase da banda e o que podemos esperar sobre este Cosmos:

A formação atual da banda

A influência das turnês para o Sul e para o Nordeste

Por que Cosmos?

Cantar em português

O lançamento de Cosmos

A capa de Cosmos

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1 Resultado

  1. Andar Olhar disse:

    Excelente entrevista 😀 A capa ficou muito bacana e vontade de ouvir as vibrações lisérgicas na união do claro e do escuro só aumenta 😀