Moisaco de pixels

Aqui tem outros exemplos de outros vitrais cogitados por nerds.

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Olha que engraçado. No link acima, havia uma série de vitrais com temática geek, como personagens de videogame, um outro com o Einstein, etc. Escolhi esse aí em cima entre os outros citados sem saber do que se tratava. Eis que dois leitores me deram uma senhora luz. Primeiro, o Thiago:

Opa Matias, na verdade acho que esse trabalho do Gerhardt Richter tem pouco a ver com computadores sabia. Pelo o que eu vi, e o que conheço da pintura desse senhor de 77 anos (cuja a palavra nerd não deve fazer o menor senido ), trata-se de uma reflexão fria e distanciada sobre a pintura. Em muito dos seus trabalhos, ele mais que pintar uma cena ou uma relação entre cores em uma determinada espacialidade, ele pinta um esquema, um esquema desconstruído. Eu pude ver muita coisa dele. Em alguns a coisa é mais cabeçuda mesmo, agora, outros trabalhos são fortes. Esse tratamento frio a cenas como a das mortes dos integrantes do Baader Meinhoff são surpreendentes. Veja um pouco
aqui.

Esses trabalhos vêm dessas séries. Um racicínio muito minimalista e frio.

E logo depois o Sapo completou:

Fala, Matias. beleza?
Cara, esse vitral tá na catedral de Köln, na Alemanha, é do Gerhard Richter, um pintor alemão com um trabalho MUITO impressionante [a pintura da vela na capa do Dayderam Nation é dele]. Foi uma puta função quando encomendaram esse trabalho e ele propôs essa solução. Vale a pena pesquisar as reações, que em muitos momentos se assemelharam às declarações do Hitler sobre a tal ‘arte degenerada’, que é como ele chamava a arte moderna. E não são pixels, não. Os desenhos que esse vitral faz dentro da catedral, com a luz incidindo, são foda.

Vale muito conhecer o trabalho do richter. vai lá</a>.

Valeu, rapeize, não sabia mesmo. E repito: é um privilégio contar com leitores bem informados assim.

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5 Resultados

  1. Opa Mathias, na verdade acho que esse trabalho do Gerhardt Richter tem pouco a ver com computadores sabia. Pelo o que eu vi, e o que conheço da pintura desse senhor de 77 anos (cuja a palavra nerd não deve fazer o menor senido ), trata-se de uma reflexão fria e distanciada sobre a pintura. Em muito dos seus trabalhos, ele mais que pintar uma cena ou uma relação entre cores em uma determinada espacialidade, ele pinta um esquema, um esquema desconstruído. Eu pde ver muita coisa dele,. em alguns a coisa é mais cabeçuda mesmo, agora, outros trabalhos são fortes. esse tratamento frio a cenas como a das mortes dos integrantes do Baader Meinhoff são surpreendentes. Veja um pouco
    http://www.gerhard-richter.com/art/paintings/photo_paintings/category.php?catID=56

    abraço

  2. Mathias, os trabalhs vêm dessas séries. Um racicínio muito minimalista e frio:
    http://www.gerhard-richter.com/art/paintings/abstracts/category.php?catID=12

  3. guilherme disse:

    fala, matias. beleza?
    cara, esse vitral tá na catedral de Köln, na alemanha, é do gerhard richter, um pintor alemão com um trabalho MUITO impressionante [a pintura da vela na capa do Dayderam Nation é dele]. foi uma puta função quando encomendaram esse trabalho e ele propôs essa solução. vale a pena pesquisar as reações, que em muitos momentos se assemelharam às declarações do hitler sobre a tal ‘arte degenerada’, que é como ele chamava a arte moderna. e não são pixels, não. os desenhos que esse vitral faz dentro da catedral, com a luz incidindo, são foda.

    vale muito conhecer o trabalho do richter. vai lá: http://www.gerhard-richter.com/

    abração!

  4. Matias, é um prazer visitar o blog. Um dia desses, aparece no guaciara
    abraço

  5. Ah, pelamordedeus….
    desde quando fazer paleta de cores de uma imagem existente é desconstruir um sistema??? aiaiai….
    mondrian revirou nas catacumba….