Larissa Conforto: Àiyé

larissa-conforto-centro-da-terra

Maior satisfação em anunciar que a baterista e vocalista Larissa Conforto passará as quatro segundas-feiras de novembro no Centro da Terra explorando recantos de sua musicalidade com amigos e parceiros. A temporada Àiyé foi dividida de acordo com as fases da Lua e explora diferentes sonoridades e formatos a cada semana. A primeira apresentação, dia 5, começa sob a lua nova, reúne Desirée Marantes (do Harmônicos do Universo), Luccas Villela e Lucas Theodoro (do E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante) e é descrita como “darkzeira pós catástrofe eleitoral. Climão de reviravolta. Goticismo pós moderno com um toque de malícia paulistana. Melancolia esperançosa em camadas generosas de synths, violino, baixo, guitarra, baterias e pedais de efeito”. Depois vem a lua crescente, no dia 12, com Guilherme Marques, dia de “introdução à Gira transcendental. Macumba braba, sim senhora. Os cantos e os tambores sagrados contam a outra história esquecida de minha terra. Bendição ancestral pra lavar o baixo astral. Intervenções em samples de pontos de umbanda e candomblé.” No dia 19, lua cheia, ela vem acompanhada de Helena Maria, Camila Garófalo, do Obinrin Trio e Nana Strassacapa (da banda Francisco, El Hombre), e é noite de “ritual feminoize desplugadão. Cantos de luto e luta, em tambor e voz. O Chamado das manas. Gritaria e grelo duro. O Mito somos nós.” A temporada termina no dia 26, lua minguante, com a participação de Luíza Pereira (da banda Inky) e Guilherme Assis, numa noite de “astrologismos quatizados. Trilha inteiramente plugada e improvisada sob samples de sons da lua captados pela Nasa, synths analógicos e beats overdubeados. No hay orchestra.” Conversei com a Larissa sobre este processo que atravessará as segundas de novembro (mais informações aqui) e a relação deste com seu primeiro registro solo próximo.

Como surgiu a ideia desta temporada?

Como você pensou em dividir a temporada em quatro noites?

Cada uma das noites isola uma determinada parte de sua musicalidade?

A ideia é dissecar estes conceitos para depois chegar a alguma conclusão?

Em que estágio está seu primeiro disco e como ele conversa com a temporada?

Como você pretende levar os colaboradores da temporada para o disco?

Como o fato de fazer o show em um teatro – e não em uma casa de shows – ajuda você a desenvolver melhor o conceito de cada noite?

Já tem previsão de lançamento para o disco?

Você pode gostar...

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *