Joseph Gordon-Levitt será Sandman no cinema

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Há alguns anos Joseph Gordon-Levitt vem ensaiando o momento para assumir o papel de novo protagonista em Hollywood – veio comendo pelas beiradas em filmes como (500) Dias com Ela, Inception e Looper (além de ter estreado na direção em 2013, com o elogiado Don Jon), aos poucos nos fazendo esquecer que ele era um dos alienígenas da série 3rd Rock from the Sun. E parece que ele vai dar o bote agora, ao anunciar que, além ser o protagonista da versão cinematográfica da série Sandman, de Neil Gaiman, também será o diretor do filme, cujo roteiro será escrito por David Goyer (que escreveu os três Batman de Christopher Nolan) e pelo próprio Gaiman. Quem confirmou foi o próprio Gordon-Levitt, via Twitter.

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E agora?

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  1. Polla disse:

    Matias, ele fazia 3rd Rock From The Sun, e nao Stone. Abs

  2. Paulo Rená disse:

    3rd Stone é a música do Hendrix, o seriado era 3rd ROCK from the Sun. 😉

  3. José disse:

    PUTZ!

    Já tô vacinado em relação a esses debates. Mas vamos ligar o modo “adolescente dos anos 90” e tentar uma conversa sobre esse sexo dos anjos:

    PODERIA ser um divisor de águas nessa fórmula de cinema de quadrinhos (feita para crianças e adultos com a idade mental de crianças), pois o filme – se bem feito fosse – não seria pra vender boneco, camisa e gadgets pro Sheldon e o Leonard colecionarem.

    PODERIA ser BEM mais impactante do que Dark Knight, que teve história foda, clima adulto, etc. e é – com justiça – consagrado como o melhor filme de quadrinhos, mas não traz a “necessidade de abstração”/”impacto de contestação” por conta do leitor/espectador, que um Buñuel, ou um Jodorowsky, ou, pra ficar mais pé no chão, um Aronofsky, ou um Nolan, trazem.

    Afinal, não estamos falando de historinhas de “heróis” com cueca por cima da calça que decidem trazer justiça ao Universo. Nem mesmo de versões “alternativas” a elas, como o Moore faz no estilo Watchmen.

    PODERIA ser uma feliz costura entre o cinema “cabeça”/”autoral”/”de arte” (esse conceito é o pior…), trazendo questionamento de valores e de noções que cada leitor/espectador possui em seus tuneis de realidade, como qualquer história do Sandman faz…

    Mas eu não me engano…

    Isso tudo já foi atingido com a obra do Gaiman nos quadrinhos.

    No cinema, só servirá pra fanboys reclamarem que mudaram a história; para as namoradas deles perguntarem “é isso que vc vivia dizendo que era poético, transcedental, etc.?!”; e, sim!, para bonequinhos do Morpheus e da Morte decorarem o cenário de The Big Bang Theory.

    Se é pra entrar nessa onda, que venham, após, os filmes de Promethea e de Os Invisíveis (Matrix não valeu…).

    Agora com o modo “adolescente anos 90” desligado:

    “E agora?”

    E agora que o consumidor que te escreve desenvolveu o desejo (fonte de sofrimento) de comprar o recém lançado Volume 4 da compilação que a Panini tem lançado nos últimos anos.

    P.S.: Obrigado pelo post sobre o RAW.
    Ainda irei te agradecer propriamente nos comments de lá.

    • Tiago disse:

      Eu acho que vocês estão confundindo um bocado de coisa aqui…
      Sandman como série nunca chegou perto de material de arte cabeçuda e bergmaniana, mas de filosofia – o que o próprio Nolan conseguiu abordar com o blockbuster “A origem”.

      Só de não ser o Snyder (que não deve ter entendido Watchmen além dos quadrinhos bonitos) e ter envolvimento do próprio Neil Gaiman já dá pra, pelo menos, ser otimista que sai um filme decente.

      Eu particularmente imagino que não deva sair uma adaptação da série de quadrinhos, e mais uma introdução/apresentação, algo como Overture para conduzir espectadores a ler o clássico dos quadrinhos – o que por si só já é um saldo positivo.

  4. george disse:

    Como a adaptação de quadrinhos sérios para filmes é um verdadeiro subgênero cinematográfico, de onde praticamente tudo que já foi feito é puro lixo constrangedor, não boto fé. Aguardo o próximo bote.

  5. Dwarf disse:

    Pior do que Ben Stiller dirigindo e atuando em um “The secret life of Walter Mitty” transposto para os dias atuais, nao pode ser… E pensar que esperei decadas para ver esse filme sair… Antes fosse com o Jim Carey e Spielberg ou Ron Howard (!!!)… 🙁

  6. Leo disse:

    Só faltou citar Hesher, que pra mim é um dos melhores momentos dele na frente das câmeras!