Here she comes now

Oi Mallu, tava com saudade… 🙂

Ouviram o segundo disco dela? Eu curti… Tem um quê tropicalista e tá se acomodando bem entre os melhores discos desse ano, hein…

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Sem Resultados

  1. Strato disse:

    Algumas perguntas básicas, talvez bobas da minha parte::
    Quanto a Sony/BMG pagou pelo disco?
    Sony/BMG apenas ganha distribuindo e promovendo o disco lançado ou detém o disco?
    O contrato com a Sony/BMG é somente para este disco?
    Em que critérios se deram as bases para essa “parceria”?
    Até que ponto a Sony/BMG amarrou a Mallu Magalhães?

  2. Fernando Coelho disse:

    Eita meu velho, achou mesmo?
    Sempre tive boa vontade com Mallu, mas esse novo disco, realmente, é uma das coisas mais chatas, modorrentas e presunçosas dos últimos tempos. Õ disco ruim!!!

  3. Que rancor, hein.

  4. Strato disse:

    Concordo em parte com o Rabbit!

    Se bem que provavelmente o que ele curtiu no disco foi justamente o que eu ṇo curti Рe vice-versa.

    Enfim, é mais bacana ouvir Mallu Magalhães esboçando uma guinada precoce na MPB mais experimental do que ficar fazendo folk tatibitate para criancinhas que passaram a conhecer música ontem ou para velhotes que não entendem direito o funcionamento do negócio e querem pretexto para fazer headbanging acústico com sorvete na testa…

    Sinceramente fiquei chocado ao ver certa vez alguns velhotes, muitos que escrevem sobre música pop em veículos informativos da internet brasileira, exaltando o perfil lúdico de canções do primeiro disco dela, como se fossem algo extraordinário – o que definitivamente não é.

    Pois o calcanhar de Aquiles artístico da Mallu Magalhães é justamente aquilo que faz boa parte dos mais velhos exaltarem sua criatividade: a pouca idade.

    Trata-se de uma artista ainda em formação e, por essas e outras razões, passei a ter uma espécie de ziquizira com todo talento prodígio… Ouvi isso do Java qdo tinha 18 anos.

    Num ambiente normal de apreciação musical, Mallu Magalhães estaria ainda se formando artisticamente, em vez de virar alvo da afetação da sensibilidade sonora alheia.

    Se a gente pega um verdadeiro prodígio como o Russo, só pra mal comparar, isso deixa bem claro o quanto essa exaltação do trabalho da mina é desmedida, exacerbada…

    Quando moleque, Russo estava compondo coisas bacanas como “Geração Coca-Cola”, por exemplo. Portanto, não dá nem pra se pensar em comparação.

    Sinceramente, acredito que seria muito produtivo para o desenvolvimento da criatividade na arte da Mallu se, em vez de ter seu ego inflado pelo elogio desmedido de tanta gente equivocada, tivesse seu trabalho avaliado de forma alheia à condescendência etária ou à simpatia e à desajeitada postura fora do palco entendidas como carisma.

    “Well, it’s a dirty job, but someone’s gotta do it…”

    E outra parada: ela escreve melhor em português do que em inglês. Se desenvolver esse faceta de elaborar simbolismo em português, em vez da comodidade da expressão em inglês, abre espaço para a consolidação de sua proposta artistíca – ainda em desenvolvimento, mas cada vez mais notável – em futuros trabalhos cada vez melhores.

    De qq forma, antes Mallu Magalhães precoce do que CIne, franjinhas e outras bobajadas consumidas pela molecada atual como a “música pop de sua época”… abs

  5. Fernando Coelho disse:

    Neh não Matias, sempre botei maior fé na Mallu, e sempre achei bacana seu entusiasmo pela garota. No entanto, vamos à música em si. Esqueçamos os conceitos, esqueçamos que ela é adolescente, vamos ao som, à música. Isso é o que importa. E, infelizmente, o disco ora soa como um amontoado de clichês, ora tenta forçar a barra na construção de uma sonoridade “pós-tropical” (?). Até me arrependi depois que postei o comentário porque imagino que a Mallu não mereça alguém detonando um disco que, para ela, deve ter saído na maior sinceridade. Mas, como fã de música, expressei minha opinião. E isso é normal. Uns gostam, outros não. Só não posso superestimar um “conceito” em detrimento da musicalidade que, para mim, é o que importa. Vou apostar no terceiro disco.