E por falar em Brincando de Deus…

Campinas, São Paulo, 17 de setembro de 1994. Ou melhor, 18 – a meia-noite já tinha passado longe. No palco, o Brincando de Deus. Para uma geração que cresceu associando rock independente brasileiro a associações, cachês e MySpace, uma pequena amostra do que era isso há quinze anos. Esperem até cair a energia no meio do show.

Eu tava lá. Época boa. Tudo era tosco, amador e feito na marra. Mas tinha mais sangue, mais paixão. As bandas gostavam mais de tocar juntas do que de tirar foto de divulgação.

Você pode gostar...