Pop

Olha a que tá vindo por aí…

Coisa do povo do Baile Curinga, no Rio. Behold.

Duas camisetas deles:

Invenção desse estúdio, Face 37. Ó que massa:




Continuam especulando

2008 reacendeu a disco music como um estilo de música sofisticado, suave, cool e emotivo, sem a felicidade histérica ou groove pesado de suas origens. A recente nu-disco toma para si o rótulo que um dia já abrangeu Jamiroquai e Brand New Heavies separando a musicalidade refinada com o tom robótico e europeu continental ao chamar para si a finesse da pista de dança, que um dia era exclusiva da house music. É aí que se encaixa o hit de Sam Sparro – “Black & Gold” é, ao mesmo tempo tempo, chique e escorregadia, posuda e quente, séria e sexy – como poucos tentaram durante o ano.


35) Sam Sparro – “Black & Gold

Soul derreteno…

E esse Dark End of the Street, que funciona como um acompanhamento de luxo para o Jukebox, discaço da Cat Power que neguinho esqueceu que foi lançado esse ano porque vazou ano passado? É o verão chegando…


Cat Power – “I’ve Been Loving You Too Long (To Stop Now)

assim, ó:

Caray…

As discípulas de Inri agora vão de “Toxic” – ou melhor, “Inri Christo é o Rei”.

4:20

“Meu respeito à graça e à virtude/ Minhas condolências ao bem/ Mande lembranças à alma e ao romance/ Eles sempre fizeram o melhor que puderam/ E adeus devoção/ Você me ensinou tudo que sei/ Despeça-se/ Deseje-me bem/ Você tem que me deixar”. Tá ali, no meio de “Human”, a declaração de que os Killers são outra banda. Day & Age é praticamente um renascimento do grupo de Las Vegas, que deixa para trás a pompa e a circunstância do rock de arena para abraçar o pop radiofônico e a pista de dança (características já presentes na discografia da banda, mas levadas ao extremo). O olhar, no entanto, ainda é majestático e grandiloqüente, embora, como o próprio Brandon Flowers sublinha, toda fleuma e sensação de auto-importância tenha saído de cena. Agora o Killers é uma banda que contempla a vida mundana, olhando tudo de cima para baixo não mais com empáfia, mas com pena, como o alienígena de “Spaceman”. Alinhando-se a um cânone que é mais chegado à canção pop e ao piano do que ao refrão e o riff, de artistas como David Bowie, Pet Shop Boys, Spandau Ballet, Tears for Fears, Soft Cell, George Michael, Human League e Pulp. Ao trocar a estética do Queen pela do Duran Duran, o Killers fez seu disco mais consistente e divertido, ainda que melancólico e pensativo.

35) Killers – Day & Age

Killers – “Spaceman