A edição de luxo do Mellon Collie & the Infinite Sadness

Mellon Collie & The Infinite Sadness também conhecido como “o disco em que os Smashing Pumpkins desandaram de vez” ou, mais precisamente, “Billy Corgan pirou” e agora recebe tratamento de luxo pra fã nenhum botar defeito: são cinco CDs e um DVD com mais 64 faixas além das 28 originais, dois livros, pacote completo. Mas se eu lembro direito, um dos esportes da época era montar uma versão simples do Mellon Collie (o original era duplo) pra mostrar que os Pumpkins ainda teriam salvação. Se muitas que foram parar no disco não valiam à pena, imagina essas 64 não ouvidas…

O pior é que não duvide nada se pintar pelo menos uma música boa no meio dessas tantas. Corgan ainda era bom compositor e pode ter deixado passar algo, por mais perfeccionista que tenha se tornado. Não custa lembrar que é o disco que nos deu a melhor música do Cure que não foi composta por Robert Smith:

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  1. A. Sérgio disse:

    Cara, vc falou tanta merda neste post que não tenho mais coragem de seguir lendo o resto do blog. Fica com o som eletrônico mesmo. Ai sim vc pode comentar o que quiser a respeito.

    • Fan eh foda 🙁

      • Mas o pior é que dessa vez o fã está com a razão…

      • Mas numa coisa você quase acertou. Após o Mellon Collie a banda desandou geral. E assim como Axl Rose destruiu o legado do Guns n’ Roses quando retornou com o grupo, Billy Corgan seguiu no mesmo caminho.

        • Mas esse é o meu ponto: o disco não é ruim, só é exagerado. Eu apostava na banda naquela época, mas 28 musicas era querer fazer “Shine On You Crazy Diamond” com cinco anos de banda… Ele viajou, mas a produção dos Pumpkins até 95 é boa.

          O problema é depois mesmo…

          Já a comparação com Guns é bizarra, porque os Smashing Pumpkins ao menos foram bons… hehehehehe

        • kkkkkkkkk Porra, o Guns é a única banda farofa que prestou.

          Mas não se pode negar que ambos estão destruindo o legado de suas bandas a cada dia que passa com canções inéditas deploráveis e shows deprimentes.

          Além de terem sidos protagonistas no rock’n’roll durante um certo período nos anos 90.

  2. wb disse:

    Nao precisa ser fã da banda pra reconhecer o quanto de besteira foi escrita aí. Imagino que muito do conteúdo da caixa The Aeroplane Flies high esteja nesta nova caixa. Esta já bem era interessante na época que saiu.
    Se na sua opinião, o S.P degringolou no terceiro disco – disco megalomaníaco sim mas sem dúvida alguma, acima da média, fato comprovado pela altíssima vendagem e respeito dos críticos até hoje – lembre-se que nao foi apenas pelas pirações do Billy Corgan. A banda inteira pirou, nego morreu de overdose, tretas mil do japa e da fazendeira loira-baixista… enfim.. fatos.
    Fatos que dizem mais do que essa opinião com trejeitos de “indista” que provavelmente foi escrita às pressas.
    Digo “indista” pq se, na sua opinião, o grupo desandou no Mellon Collie, restam dois albuns anteriores (excelentes): O primeiro é underground em demasia (bem touch and go por sinal) e o segundo ofuscado pelo grunge. Daí só posso entender que vc sustenta essa opiniao devido aquele velho discurso juvenil indie de que quando era desconhecido é que era bom e qdo virou pop ficou uma merda.
    Faça igual o camarada aí em cima disse: se ocupe em resenhar bandas eletrônicas e artistas brasileiros que ninguém quer ouvir. Pelo menos não ficará tão claro que vc tá falando merda.

    • Ah, vc ainda quer me dizer sobre o q eu devo e o q nao devo escrever? Sugiro vc ler soh aqueles q concordam com vc, assim fica mais facil.

      O disco eh acima da media pq vendeu bem? Que piada mal contada.

      O primeiro disco eh Touch and Go e eu q tou falando merda?

      Aposto q tu acha o Adore bom, curte o Machines of Loving Grace e tem vergonha de dizer q eh fan de Smashing Pumpkins – qdo eh.

      Mas, jah falei, ta achando ruim: nao le.

      • wb disse:

        1 – vc escreve, eu leio e opino. Deve ser por isso que vc colocou área de comentários no blog, certo?
        2 – Nao disse que o disco é acima da média PQ vendeu bem. Acima da média E vendeu bem E teve aceite da crítica em geral.
        3 – Me referi ao estilo da gravadora uma vez que muita coisa de Chicago tava saindo na mesma época via Touch and Go.
        4 – Não… não… lógico que não. tá doido? Aliás, como funciona esse lance de gostar de uma banda mas ter vergonha de admitir?
        5- Ok, vou considerar a respeito do que vc propôs em nao ler mais. Sei como essa discussão termina: o comentador chato de blog né…

  3. Bruno Gola disse:

    caramba… eu adoro esse disco.

    nunca fui buscar pra ver qual foi a repercussão entre os fãs e tal quando foi lançado… mas sempre achei que era considerado um dos melhores discos deles. estranho ler isso! 🙂

  4. b. disse:

    Matias, desculpe a ignorância, mas me explica uma coisa:

    Você fala que foi o disco que deu a melhor música do Cure que não foi composta por Robert Smith, mas eu não entendi: o Cure já gravou “1979”?

    Valeu!

  5. Rafael disse:

    Orgulho de ser adolescente na época dessa música e principalmente desse clipe. Descobrir agora que quem dirigiu é o casal do Pequena Miss Sunshine faz todo o sentido.

  6. Rodrigo disse:

    Pô, sempre achei esse disco muito foda. Na verdade, achei esse o último trabalho bacana do SP. Os trabalhos seguintes realmente degringolaram. Mas blz, sem stress. O post já valeu pois vou correr atrás dessa caixa para comprar 🙂

  7. Junior Godim disse:

    Teenage angst has paid off well / Now I’m bored and old / Self-appointed judges judge / More than they have sold

    Eu gosto até hoje de muitas músicas deste disco, especialmente Muzzle, e não sabia da paixão que ele desperta (até hoje!!!).
    Mas daí a comprar esses discos clássicos com trocentas músicas a mais fica parecendo espremer o bagaço do bagaço. Corgan é louco e afundou a banda sim, uma pena pq pelo menos nessa época ele ficou mais legalzinho. Só se esqueceu de domar o ego.

  8. Paulo Diógenes disse:

    Pra mim, 1979 tá mais pra new order e tals, mas de boa, tem aquele “q” de anos 80 na veia mesmo, que também pode remeter ao cure. E é um grande disco. Claro, tem no meio umas paradas desnecessárias, pode ser considerado meio longão e tal. Mas é um belo de um album.

  9. Peraí, peraí… Matias, tem certeza que ouviu o “Oceania”, álbum desse ano do Smashing? O disco é muito bom! E concordo com o Diógenes: “1979” é muito mais New Order que Cure. Aquele loopzinho vocal, baixo palhetado…

  10. flavia disse:

    eu amo esse disco, é a cara da minha adolescência e até hoje acho foda. num fala mal, matias!

  11. lucius disse:

    Também acho 1979 mais New Order (do qual é fã declarado) do que Cure, mas se precisou ser álbum duplo para ter a música, já valeu a pena.

  12. Moises disse:

    Haters gonna hate

  1. 03/10/2012

    […] Trabalho Sujo. Digg Diggvar dd_offset_from_content = 40; var dd_top_offset_from_content = […]