50 anos da chegada dos Beatles aos Estados Unidos

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Neste domingo completou meio século que os Beatles chegaram aos Estados Unidos para fazer sua primeira turnê oficial, que iniciou com a aparição no programa de Ed Sullivan. Era o início da chamada “invasão britânica”, em que grupos do Reino Unidos, liderados pelos Beatles, começaram a devolver para os Estados Unidos sua versão para o tal de rock’n’roll que havia se popularizado na década anterior, e também o passo mais importante da escalada dos Beatles ao topo do pop, de onde não saíram desde então.

Numa matéria sensacional (em inglês), a Billboard reconta a trajetória de uma banda que começou 1963 desconhecida na própria Inglaterra, terminou aquele ano como fenômeno de popularidade local e, em meses, varreu os Estados Unidos como nunca nenhum outro artista pop havia feito antes – ou fez depois. A matéria aborda vários aspectos conhecidos dos beatlemaníacos sobre os motivos do sucesso da banda naquele fevereiro de 1964: o assassinato do presidente Kennedy em novembro de 1963 e seu impacto nos jovens dos EUA, as tentativas frustradas de fazer a banda vender discos ainda em 1963 e os bastidores da negociação da vinda dos Beatles aos Estados Unidos, mas joga luz em novos fatos, como o faro de Ed Sullivan para notar um sucesso em potencial, uma menina de 15 anos que tornou “I Want to Hold Your Hand” em um sucesso instantâneo, os motivos da histeria adolescente, uma reportagem disposta a falar mal do grupo que apresentou “She Loves You” aos EUA e a ascensão de uma novíssima tecnologia de entretenimento portátil que ajudou na popularidade do grupo. Segue um trecho sobre essa nova tecnologia:

The transistor radio was the technological spark that lit the fuse of teen culture in the ’60s. Like the Internet in the last decade, it was a vehicle of public music discovery and sharing. Like the Walkman in the ’80s, it made music portable and private in new ways that energized listeners. One could take it anywhere-the schoolyard, the beach, wherever-and share music with friends. But one could also listen through an earplug while walking down the street, sitting in the back of the class or lying in bed at night, under the covers, so parents wouldn’t know.

Prior radios had neither portability nor the earplug. Subsequent technologies-the boom box, Walkman, iPod-enhanced the public or private listening experience, but not both. The Maysles’ documentary shows the Beatles taking their Pepsi-branded transistor radio everywhere, listening both collectively and through earplugs to top 40 stations. In a meta moment, they do a face-to-face interview with a DJ in their hotel suite while simultaneously listening to the interview being broadcast live on their radio.

So imagine, if you will, teenagers across America turning on their new transistor radios during Christmas vacation in 1963, listening for hours, everywhere, alone and with their friends, and hearing -over and over again-a new sound that excited them even more than their new piece of hardware.

Vale ler a matéria na íntegra.

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1 Resultado

  1. 12/02/2014

    […] por falar nos 50 anos da apresentação dos Beatles no programa do Ed Sullivan, os Arctic Monkeys aproveitaram o show que fizeram no Madison Square Garden, em Nova York, no […]